DESRATIZAÇÃO
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DESRATIZAÇÃO

Inicialmente, com a descoberta de produtos químicos tóxicos no século passado, o controle de roedores passou a ser efetuado com raticidas preparados à base de arsênico, estriquinina e outros poderosos venenos. Sua eficiência foi relativa, pois traziam perigos graves à saúde humana e animal, já que também são tóxicos para outras espécies. Um salto qualitativo foi dado com a descoberta dos anticoagulantes específicos, capazes de matar por hemorragia interna após certo período de ingestão. O desenvolvimento de novos produtos levou aos raticidas de ação crônica ou dose única, de ação mais rápida do que os anteriores, de dose múltipla. Os mais perigosos, de ação aguda, por não disporem de antídotos, são proibidos.

Roedores, só é possível contê-los com um manejo integrado de pragas, que mais que uma bela frase, é uma parceria com o cliente, que consiste em combinar meios físicos e químicos, empregando-se métodos comprovadamente eficazes.

Controle Físico:
É a elaboração inicial do projeto. Efetuamos o mapeamento de toda a área interna e externa, para que possamos adotar as medidas a serem implementadas, levando em consideração a localização do mesmo, estado de conservação, distribuições sanitárias, alimentares e outros. Após a elaboração do mapeamento, teremos noção dos problemas existentes e, a partir destes dados, juntamente com o cliente, implantaremos as medidas adequadas, que basicamente consistem em vedar todos os acessos dos roedores, eliminar fontes de alimentação e abrigo.

Controle Químico:
São utilizadas iscas granuladas, seu efeito faz com que sejam eliminadas as plaquetas do sangue dos roedores, tornando-o incoagulável e os vasos sem resistência, provocando hemorragias constantes, cuja morte ocorre entre 72 e 120 horas após a ingestão. Os ratos são dotados de um senso de preservação da espécie, por este fato, este tempo mínimo de 72 horas para a morte é importante, pois se o efeito for imediato, outros ratos associariam a morte com a ingestão das iscas, urinando próximo e/ou nas iscas, demarcando como impróprio para alimentação. Existem para a desratização os produtos tóxicos e atóxicos. As formulações raticidas são basicamente duas linhas: as de dose única e as de dose acumulativa, todas apresentadas em diversas formas. Ex.: Iscas, Pó de Contato.

Importante ressaltar, que para um trabalho com alto índice de eficácia é imprescindível a participação do contratante.

Para a desratização é importante que todas as etapas do Controle Integrado de Pragas sejam respeitadas:

  • Identificação dos pontos problemáticos, que concentram os roedores.
  • Vasculhar as proximidades do estabelecimento como um todo, pois na maioria das vezes, há fatores de risco que dão indícios das invasões por ratos, sejam elas constantes ou intermitentes.
  • Quando se imagina ter apenas um rato num determinado local, pode haver um comboio de ratos, ou seja, uma colônia de alguns ratos bem instalada.
  • Identificação da espécie de roedor.
  • Saneamento da área.
  • Instalação de bloqueios mecânicos.
  • Eliminação das fontes alternativas de alimentos.
  • Colocação de armadilhas na área interna, vias de trânsito e acesso.
  • Colocação de iscas raticidas nas áreas externas e tocas.
  • Monitoração constante para evitar reinfestações por roedores.


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